Em estudo feito pelo comitê de pesquisa da Sociedade Brasileira de Cefaléia, com a análise de perto de 4000 pessoas em todo o território Nacional, os investigadores constataram a prevalência de enxaqueca em 15,2% da população. A enxaqueca foi mais prevalente nas mulheres, nos sedentários, nas pessoas com baixa renda, mas também nos que tem nível educacional mais alto.
Considerando-se apenas as mulheres, a enxaqueca afeta 20% da população. A explicação para aumento das taxas nas mulheres, que já foi constatada em outros países, é a genética, flutuação hormonal e estresse.
Dr. Mario Peres no Google+