Massagem como Tratamento para Dores de Cabeça

Dr Mario Peres fala a Folha de São Paulo sobre massagem como tratamento para crise de cefaleia tensional

13/07/2010

Massagem é alternativa a analgésico contra dor de cabeça, dizem médicos

IARA BIDERMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Uma sessão de 30 minutos de massagem pode ter o mesmo efeito de analgésicos na melhora da dor de cabeça. Sem as desvantagens do remédio, que, usado com frequência, piora o quadro e torna o problema crônico.

A eficácia da massagem na cabeça e no pescoço foi demonstrada em um estudo controlado feito na Universidade de Granada (Espanha).

Na pesquisa, os participantes com crise de dor de cabeça do tipo tensional tratados com massagem tiveram melhora da dor, menor nervosismo e ansiedade e maior estabilidade da frequência cardíaca. Os efeitos se prolongaram por 24 horas.

“Já havia estudos mostrando benefícios da massagem na prevenção da dor. Esse é o primeiro que mostra efeito na crise”, diz Mario Peres, neurologista do hospital Albert Einstein.

Para Peres, os resultados da pesquisa são bastante interessantes porque ajudam no processo de retirada de analgésicos, usados pela maioria dos pacientes com dor de cabeça crônica.

Segundo Deusvenir de Souza Carvalho, coordenador do ambulatório de cefaleia da Unifesp, pesquisas nacionais mostram que pelo menos 12% dos brasileiros sofrem de dor de cabeça do tipo tensional.

Diferentemente da enxaqueca, esse tipo de cefaleia não provoca náusea, vômito e sensibilidade à luz. A dor se distribui igualmente pela cabeça e se caracteriza por uma sensação de peso ou de algo apertando o crânio.

A pesquisa prova o efeito da massagem feita por especialista apenas para esse tipo de dor de cabeça. Para os médicos, os resultados não se aplicam à automassagem.

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RACHEL BOTELHO
DE SÃO PAULO
27 de maio de 2010

 

Para conseguir suportar as dores de cabeça que a atormentam dia sim, dia não, desde os 15 anos, a advogada Vanessa Balan, 33, recorre logo aos analgésicos.

Sempre que o remédio deixa de fazer efeito, troca de marca ou princípio ativo. Nas crises mais fortes, consome até três comprimidos por dia.

Ela e muita gente. Em 2009, os brasileiros destinaram mais de R$ 1,5 bilhão para a compra de dipirona, aspirina e ibuprofeno, alguns dos analgésicos mais vendidos. Equivale a mais de 120 milhões de embalagens, segundo o IMS Health, que audita o mercado farmacêutico.

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Para Marcar consulta com Dr Mario Peres, médico neurologista, CRM-SP 86494 ligue para (011) 3285-5726 para consultas no Centro de Cefaleia ou (011) 2151-0110 para consultas no Hospital Albert Einstein, sala 110.

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