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Posts Tagged ‘Dor’
Saturday, August 15th, 2009
Anticonvulsivantes no tratamento da dor
Aula dada pelo Dr Mario Peres no III Curso de atualização em Clínica Médica, Jornada Conjunta HIAE – ACP 14 e 15 de agosto de 2009. Tratamento da enxaqueca com topiramato (topamax, amato, toptil), divalproato (depakote), gabapentina (neurontin). Tratamento da dor neuropática com carbamazepina (tegretol), oxcarbazepina (trileptal), gabapentina (neurontin), pregabalina (lyrica). Tratamento da fibromialgia com gabapentina (neurontin), pregabalina (lyrica), topiramato (topamax, amato, toptil). Lamotrigina, fenitoína (hidantal).
Tags:amato, Carbamazepina, depakote, Divalproato, Dor, dor neuropática, Enxaqueca, Fenitoína, Fenobarbital, fibromialgia, gabapentina, Gardenal, hidantal, keppra, lamictal, lamitor, Lamotrigina, Levetiracetam, Lyrica, neurontin, Oxcarbazepina, pregabalina, tegretol, topamax, topiramato, toptil, tratamento da dor, tratamento da enxaqueca, tratamento enxaqueca, trileptal, Zonisamida Posted in Artigos, Blog | 19 Comments »
Thursday, July 16th, 2009
Pregabalina é uma nova medicação que vem sendo estudada para o tratamento da fibromialgia. No Brasil será comercializada com o nome de Lyrica. Em breve o Dr Mario Peres postará artigo comentando a meta-análise dos estudos de gabapentina (Neurontin) e pregabalina (Lyrica) em fibromialgia, este artigo será publicado na próxima edição do Current Pain and Headache Reports, revista científica da qual Dr Mario Peres é editor da seção de fibromialgia.
Artigos sobre enxaqueca e fibromialgia, dor de cabeça, fadiga, podem ser encontrados neste site.
Para saber mais sobre Fibromialgia: o que é – Fibromialgia Diagnóstico – Fibromialgia e Dor de Cabeça – Fibromialgia Tratamento acesse a pagina FIBROMIALGIA
Tags:Dor, dor de cabeça, dr mario peres, Enxaqueca, fibromialgia, gabapentina, Lyrica, neurontin, pregabalina Posted in Blog, Notícias | 32 Comments »
Saturday, July 11th, 2009
Dor e Depressão: Como cuidar da Dor quando estiver com Depressão
Viver com dor crônica é um fardo suficiente para qualquer um. Se a dor estiver associada a depressão – um dos problemas mais comuns enfrentados por pessoas com dor crônica – este fardo fica ainda mais pesado.
A depressão pode ampliar dor, e torná-la mais difícil de lidar. A boa notícia é que a dor crõnica e depressão não são inseparáveis. Tratamentos eficazes podem agir bem na dor e na depressão.
Dor Crônica e Depressão: Uma dupla terrível
Se você tiver dor crónica, dor de cabeça, dor lombar, dor cervical, fibromialgia e depressão, você não está só. Muitas pessoas sofrem desta associação. Isso porque dor crónica e depressão são problemas comuns que muitas vezes se sobrepõem. Depressão é uma das mais comuns questões psicológicas que enfrentam as pessoas que sofrem de dor crônica, e que muitas vezes dificulta o tratamento do paciente. Considere estas estatísticas:
Segundo a American Pain Foundation, cerca de 32 milhões de pessoas nos Estados Unidos apresentam dor com duração superior a um ano.
De um quarto a mais de metade dos doentes que se queixam de dor para os seus médicos estão deprimidos.
Em média, 65% das pessoas deprimidas também se queixam de dor.
As pessoas cuja dor limita a sua independência são particularmente susceptíveis de estarem deprimidas.
A depressão em pacientes com dor crônica é freqüentemente não diagnosticada, e portanto freqüentemente não tratada. O quadro de depessão e dor pode estar também associado com distúrbios do sono, perda de apetite, falta de energia e diminuição da atividade física que pode, por sua vez, complicar ainda mais o quadro de dor.
Dor de cabeça e depressão caminham lado a lado, akguns autores dizem até que deve-se assumir uma pessoa com dor crônica como deprimida, de fato não tem como estar muito feliz se tiver muita dor, no minimo a depressão é uma consequencia da dor
Dor Crônica e Depressão: um ciclo vicioso
Dor provoca uma resposta emocional de todos. Ansiedade, irritabilidade e agitação – todos esses sentimentos são normais quando se está sentindo dor.
Mas e se a dor não vai embora? Com o tempo, a resposta ao constante estresse acaba causando vários problemas associados com depressão. Esses problemas podem incluir:
ansiedade crônica, perda de memoria, fadiga, irritabilidade, distúrbios do sono, ganho ou perda de peso.
A sobreposição entre depressão e dor crônica pode ser explicada pelo fato de alguns neurotransmissores – os mensageiros químicos que viajam entre neurõnios e nervos – estarem alterados, como a serotonina, dopamine, noradrenalina, GABA, glutamato e outros.
O impacto global da dor crônica sobre a vida de uma pessoa também contribui para a depressão
Os prejuízos causados pela dor crônica, como a perda de um emprego, perder a condição de lazer, relacionamento familiar e interpessoal fazem das pessoas ainda mais deprimidas. Por sua vez, com depressão, ela amplia a dor que já está com o paciente.
Pessoas com dor crónica e depressão sentem dor mais intensa, sentem menos controle de suas vidas, tem estratégias de superação menos eficazes, mas a depressão e a dor crónica podem ser muitas vezes tratadas em conjunto.
Tratar Dor Crônica e Depressão: Uma Abordagem Integrativa
Dor crônica e depressão podem afetar uma pessoa a vida inteira. Consequentemente, um tratamento ideal abordagem aborda todas as áreas da vida da afetadas pela dor e depressão.
Devido à ligação entre dor crónica e depressão, faz sentido que os seus tratamentos se sobreponham.
Antidepressivos
Atidepressivos trabalham nos mesmos neurotransmissores que afetam a dor e depressão, agindo sobre a percepção e modulação da dor, assim como agindo diretamente no sistema de analgesia no cérebro.
Antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, nortriptilina) têm abundantes provas de eficácia. No entanto, devido aos efeitos colaterais a sua utilização é muitas vezes limitada. Novos antidepressivos conhecidos como inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (duloxetina, venlafaxina), e inibidores da recaptação de serotonina (citalopram, escitalopram, paroxetina) por outro lado, parecem funcionar bem com menos efeitos colaterais.
Atividade Física
Muitas pessoas com dor crônica evitam exercícios, achando que podem causar mais dor, porém a pessoa acaba se tornando fora de forma, tendo um maior risco de lesão, piorando a dor. Mas é fundamental quebrar este ciclo. Atividade física regular é uma das partes mais importantes do tratamento da associação dor e depressão. Todas as pessoas com dor crônica podem e devem fazer algum tipo de exercício. Converse com seu médico para adaptar o melhor plano de exercício que seja seguro e eficaz para você. O exercício também está comprovado no tratamento da depressão. A atividade física libera o mesmo tipo de substâncias químicas cerebrais que medicações antidepressivas, tem que ser encarada como um remédio, um tratamento
Saúde Mental e Espiritual
Dor crônica afeta a sua capacidade de viver, trabalhar e de se divertir da forma que você está acostumado. Isso pode mudar o modo como você vê você mesmo – às vezes para pior. Quando alguém começa a assumir a identidade de um paciente incapacitado pela dor crônica, existe uma preocupação real de que tenha se afundado na dor e se tornar uma pessoa mais deprimida
Lutar contra este processo é um aspecto do tratamento. Muitas formas de enfrentamento, no ingles “coping” são importantes, integrar a religiosidade, a espiritualidade do sofredor de dor e depressão é vital para o bom desenvolvimento do tratamento. Todo tipo de suporte positivo para o paciente deve ser colocado no tratamento de uma maneira racional.
Tratar Dor Crônica e Depressão: Terapia Cognitiva para a Dor Crônica
Você pode “pensar” a sua maneira de sentir a dor? Pode ser difícil acreditar, mas pesquisas mostram claramente que, para as pessoas comuns, alguns tipos de treinamento mental verdadeiramente melhoram a dor crônica. Uma destas abordagens é a terapia cognitiva. Na terapia cognitiva, uma pessoa aprende a detectar os efeitos negativos, os pensamentos automáticos que rodeiam a experiência de dor crônica. Estas ideias são muitas vezes distorções da realidade. A Terapia cognitiva pode ensinar uma pessoa como alterar estes padrões de pensamento e de melhorar a experiência de dor. A ideia é que os seus pensamentos e as emoções têm um impacto profundo sobre a forma como você responder com dor. Há boas provas científicas de que a terapia cognitiva pode reduzir a experiência global da dor.
Terapia cognitiva é também um tratamento para a depressão comprovada reduzindo sintomas de depressão e ansiedade, também em pacientes com dor crônica. Em um estudo conduzido por Beverly Thorn, professora da University of Alabama, no final de um programa de 10 semanas de terapia cognitive 95% dos pacientes sentiram suas vidas foram melhoradas, e 50% disseram que tinham menos dor. Em muitos participantes também reduziu sua necessidade de medicamentos. A Dra Juliane Mercante, que defendeu doutorado sobre enxaqueca e ansiedade no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, também psicóloga da linha cognitiva comportamental relata boa experiencia no resultado com os pacientes com depressão, ansiedade e dor que passsam pelo processo da terapia cognitiva comportamental
Para se tratar a dor crõnica, cefaleias primárias como a enxaqueca quando associadas a depressão e ansiedade é preciso uma aliança com o médico, e que um plano de tratamento seja criado. Neste plano terap˜eutico um medicamento ou combinação de medicamentos vai ser instituída, mas medidas não medicamentosas também implementadas como o início de exercícios físicos e a escolha de um manejo da saúde mental com um terapeuta cognitivo comportamental, ou outra linha de terapia e o equilíbrio do estilo de vida, manejo do tempo e integração da espiritualidade e religiosidade de forma positiva como estratégia de apoio ao quadro de dor e depressão.
Este artigo foi revisto pelo Dr Mario Peres, médico neurologista em 11 de julho de 2009.
Tags:ansiedade, depressao, Dor, dor de cabeça, dor de cabeça forte, Enxaqueca, tratamento enxaqueca Posted in Ansiedade e depressão, Blog, Dor, Home | No Comments »
Wednesday, July 8th, 2009
Formigamento é um dos sintomas neurológicos mais frequentes, e pode ser devido a muitas causas, de simples até graves.
Formigamentos são chamados na nomenclatura médica de parestesias, podem ocorrer no rosto, nas pernas, nos braços, no tórax e abdome.
Formigamentos em apenas um lado do corpo são de provável origem neurológica, quando ocorre subitamente, associado a uma perda de força em uma metade do corpo, pode ser sinal de um AVC, de um derrame. Formigamentos podem também preceder ou acompanhar dores de cabeça do tipo enxaqueca, especialmente a enxaqueca com aura, neste caso tem duração de 5 a 60 minutos e são passageiros, logo a seguir ou juntamente com o formigamento em uma metade do corpo (geralmente metade do rosto e braço no mesmo lado) a dor de cabeça da enxaqueca.
Quando o formigamento é dos dois lados, pode ser sinal de hiperventilação, ansiedade, geralmente nas duas mãos simultaneamente ou na boca, lábios. Quando o formigamento é apenas na mão, pode até ser dos dois lados, mais à noite, pode ser da síndrome do tunel do carpo.
As neuropatias periféricas, doenças dos nervos periféricos, causam formigamentos, queimação, dor em extremidades das mãos e ou pés, sola dos pés em geral. Pode ocorrer pela chamada neuropatia periférica do diabetes.
Para um correto diagnóstico do formigamento procure um neurologista. Este texto foi escrito e revisado pelo Dr Mario Peres em 8 de julho de 2009
Para marcar uma consulta com o Dr Mario Peres ligie para :
Centro de Cefaleia São Paulo, situado a R Joaquim Eugenio de Lima, 881 cj 708, fone (11) 3285-5726 Jardins – São Paulo – SP
Hospital Albert Einstein, Sala 110- 1 andar, (11) 2151-0110 Morumbi, São Paulo, SP
Tags:Dor, Enxaqueca, enxaqueca com aura, formigamento, parestesia Posted in Blog, Home | 126 Comments »
Tuesday, July 7th, 2009
A Pior Dor de Cabeça da Sua Vida - Dor na lombar ou entre as escápulas - Fortes dores abdominais - Dor nas panturrilhas - Queimação ou formigamento nos pés ou pernas - Dores difusas, vagas, sem explicação
 dor de cabeça, dor lombar, dor no corpo
O sistema de dor é um sistema de defesa do organismo, como diz a expressão “mal necessário”. Ninguém quer ter dor, mas é a maneira do corpo obter a atenção quando algo está errado. Veja quais os tipos de dores que requerem imediata atenção médica.
N. º 1: A Pior Dor de Cabeça da Sua Vida
A pior dor de cabeça na vida da pessoa requer uma consulta médica rapidamente, pode ser algo simples como um resfriado forte ou uma sinusite, mas pode ser também uma hemorragia cerebral, aneurisma cerebral, meningite ou tumor cerebral. Dores com piora progressiva ao longo dos dias, dor de cabeça com a presença de febre, dor de cabeça e desmaio, ou associado a perda de força, perda visual, devem todas ser avaliadas prontamente por um médico.
No. 2: dor ou desconforto no peito, garganta, mandíbula, ombros, braços, ou Abdómen
Dor no peito pode ser uma pneumonia mas poderia ser um ataque cardíaco. Algumas vezes doenças cardíacas tipicamente aparecem como desconforto, e não dor. O desconforto associado com doenças do coração também pode estar na parte superior do tórax, pescoço, mandíbula, ombro esquerdo ou braço, ou abdômen e poderá ser acompanhada por náuseas. Muitas vezes as pessoas interpretam erradamente sintomas como azia ou desconforto gástrico.
Pode haver um padrão de dor ou desconforto relacionados à excitação, sobrecarga emocional, ou esforço físico. Por exemplo, se você tem dor no peito ao caminhar rapidamente mas ela vai embora quando você se sentar, isto pode ser uma angina.
N. º 3: A dor na lombar ou entre as escápulas
Na maioria das vezes a lombalgia é originada de uma sobrecarga osteomuscular da coluna lombar, mas se a dor é muito aguda pode ser de umacrise de cólica renal. A dor entre as escápulas do ombro pode ser de uma dissecção aórtica (rompimento da artéria aorta), que pode aparecer como uma dor súbita e lancinante. Pessoas que estão em maior risco para condições que podem alterar a integridade da parede do vaso como pressão arterial elevada, uma história deproblemas de circulação, tabagismo, e diabetes.
N. º 4: fortes dores abdominais
Ainda tem o seu apêndice? Não flerte com a possibilidade de uma ruptura. Problemas na vesícula biliar e pâncreas, úlceras estomacais e bloqueios intestinais são algumas outras possíveis causas de dor abdominal que necessitam de atenção.
N º 5: Dor nas panturrilhas
Uma das causas menos conhecidas pelapopulação é a trombose venosa profunda (TVP), um coágulo sanguíneo que pode ocorrer nas veias profundas da perna. Ela afeta 2 milhões de americanos por ano, e pode colocar a vida em risco. O perigo é que um pedaço do coágulo pode se soltar e causar embolia pulmonar [um coágulo no pulmão], que pode ser fatal. Câncer, a obesidade, imobilidade prolongada, repouso ou viagem de longa distância, gravidez, idade avançada estão entre os fatores de risco. Se você tem inchaço e dor na sua panturrilha, consulte um médico imediatamente.
No. 6: Queimação ou formigamento nos pés ou pernas
Quase um quarto dos pacientes que têm diabetes são diagnosticados com a neuropatia periférica. É uma sensação de queimação ou alfinetes, agulhadas nos pés ou pernas que podem indicar uma alteração dos nervos periféricos.
N º 7: Dores difusas, vagas, sem explicação
Diversos tipos de dores e sintomas físicos são comuns na depressão, os pacientes podem ter queixas vagas de dores de cabeça, no corpo, dor abdominal, dor nos membros ou, por vezes todas juntas. Porque a dor pode ser crônica e não terrivelmente incapacitantes, as pessoas deprimidas, suas famílias e profissionais de saúde podem desprezar os sintomas. Além disso, quanto mais você está deprimida, é maior a dificuldade que você descreve os seus sintomas. Outros sintomas devem estar presentes antes de um diagnóstico de depressão pode ser feita. Obtenha ajuda se você se encontra desanimado, triste, cansado, ou perdeu o interesse nas coisas. Não sofra em silêncio quando algo está doendo, procure um tratamento médico.
O médico neurologista pode tratar os problemas de dor de cabeça, cervical, nas costas, aneuropatia periférica.
Para saber mais sobre os sintomas neurológicos clique em http://cefaleias.com.br/2009/principais-sintomas-neurologicos
Para saber mais sobre o Dr Mario Peres e o centro de cefaleia clique em http://cefaleias.com.br/clinica
Tags:cefaleia, Dor, dor cervical, dor de cabeça, dor de cabeça forte, dor nas costas, dor nas pernas, dor torácica, dr mario peres, lombalgia, neurologista Posted in Blog, Home | 2 Comments »
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