Drauzio Varella entrevista Dr Mario Peres sobre enxaqueca e dor de cabeça

Dr. Mário Peres, médico neurologista, faz parte do corpo clínico do Hospital Albert Einstein e é professor do curso de pós-graduação do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do USP.

Enxaqueca, dor de cabeça, ou cefaléia, é um sintoma freqüente, de intensidade variável, associada a causas diversas e nem sempre de fácil diagnóstico.  Quando não está correlacionada com uma doença, como sinusite, fibromialgia, gripes e resfriados, aneurismas, ou mesmo com a tensão pré-menstrual, é denominada cefaléia primária e classificada em três tipos diferentes: cefaléia tensional, cefaléia em salvas e enxaqueca. Na cefaléia tensional, a dor é de intensidade leve ou moderada e não impede que a pessoa exerça suas atividades rotineiras. Na cefaléia em salvas, ela é pulsátil, muito forte, e manifesta-se em crises: uma a oito por dia. Já a da enxaqueca costuma ser unilateral, latejante, de intensidade de média a forte, e piora com a movimentação. Provocada por um distúrbio neurovascular crônico, é uma dor incapacitante que obriga o paciente a recolher-se num quarto escuro em virtude da hiper-sensibilidade à luz e aos ruídos. A medicina moderna tenta determinar as causas da enxaqueca. Já se sabe que a associação de tratamentos medicamentosos e não-medicamentosos pode ser bastante eficaz para o controle das crises.

Características

DrauzioO que difere a enxaqueca das dores de cabeça mais comuns?

Mario Peres – Cefaléia é um termo médico que significa dor de cabeça. Enxaqueca, um dos tipos de cefaléia, é uma doença neurológica, com base biológica, multifatorial, de predisposição genética. Nos quadros graves, é importante definir as causas principais, os fatores desencadeantes e o tipo de predisposição genética.

Drauzio Márcia, Dr. Mário disse que enxaqueca é uma doença crônica. Há quanto tempo você sofre de enxaqueca?

Márcia Liu – Há muitos anos. Para ter uma idéia, tenho 49 anos e tive a primeira crise aos sete anos. De lá para cá, elas se repetiram praticamente todos os meses.

La melatonina può prevenire l’emicrania

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La melatonina, oltre ad essere nota come valido aiuto per il sonno, pare inoltre essere un efficace arma preventiva contro l’emicrania

La melatonina è comunemente definita un ormone, ma sarebbe meglio definirla un mediatore chimico. Essa, secreta da una ghiandola endocrina, la pineale (epifisi), è coinvolta nella regolazione del ciclo circadiano. La melatonina è anche ritenuta un elemento fondamentale per la prevenzione di molte malattie, incluso cancro, malattie autoimmuni e cardiovascolari.

Secondo Mario F. P. Peres, dell’Hospital Israelita Albert Einstein, di SaoPaulo, intervenuto sulla rivista Neurology, stanno aumentando le prove circa il legame tra la secrezione di melatonina e l’emicrania.
Livelli alterati della melatonina, affermano i ricercatori, sono stati osservati nell’emicrania cosiddetta “a grappolo”, con e senza “aureola”, nell’emicrania mestruale, e in quella cronica.

I ricercatori hanno verificato l’efficacia della melatonina nell’impedire l’emicrania, con o senza aureola, in 34 pazienti.

Para Marcar Consulta

Para Marcar consulta com Dr Mario Peres, médico neurologista, CRM-SP 86494 ligue para (011) 3285-5726 para consultas no Centro de Cefaleia ou (011) 2151-0110 para consultas no Hospital Albert Einstein, sala 110.

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