Melatonina e seu uso para cefaleias

Melatonina e seu uso para cefaleias.

Dr Mario Peres escreve sobre melatonina e o seu potencial uso para cefaleias.

Uma das nossas linhas principais de pesquisa é o papel da melatonina nas cefaleias. Nosso estudo no tema é de mais de 10 anos, a primeira publicação foi na revista The Lancet, em 2000, uma das revistas mais prestigiadas da medicina. No mesmo ano defendia a minha tese de doutorado no Departamento de Neurologia da Escola Paulista de Medicina com o título “A importância da prolactina, cortisol, GH e melatonina na cefaléia crônica diária”. Desde então fizemos pesquisas em modelos experimentais, pesquisas clínicas, dosagens laboratoriais, orientei teses e quando trabalhei nos Estados Unidos de 2000 a 2001 tive uma experiência clínica grande com melatonina no tratamento de diversas cefaleias como as enxaquecas, cefaleia em salvas, cefaleia hípnica e cefaleias secundárias, experiência esta que pude trazer quando voltei para o Brasil. Somo referência nesta área de pesquisa não só no Brasil mas em todo o mundo. Me coloco desta forma não para me posicionar na frente de qualquer outro colega, mas para esclarecer os pacientes que tomam melatonina no Brasil e que recebem prescrições de melatonina.

A Falta da Deserila (metisergida)

Dr Mario Peres, médico neurologista, escreve sobre a falta da metisergida no Brasil

A Metisergida é uma das medicações mais antigas usadas no tratamento da enxaqueca e da cefaleia em salvas, vendida no Brasil com o nome de Deserila pelo laboratório Novartis, não pode mais ser encontrada nas farmácias, e nem ser manipulada.

A deserila, metisergida foi descoberta em 1960, quando revolucionou o tratamento da enxaqueca e também o tratamento da cefaleia em salvas. Mesmo sendo um remédio antigo, a deserila é uma das opções para o tratamento das cefaleias, dores de cabeça de diversas naturezas.

Para Marcar Consulta

Para Marcar consulta com Dr Mario Peres, médico neurologista, CRM-SP 86494 ligue para (011) 3285-5726 para consultas no Centro de Cefaleia ou (011) 2151-0110 para consultas no Hospital Albert Einstein, sala 110.

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